Não me elegi... e agora?
Deve ser horrível perder uma eleição. Eu me sinto péssimo quando perco a tesourinha dentro da minha própria casa. Imagina algo de repercussão nacional e até internacional!
Agora que eu entendi por que o candidato Padre, nas eleições de 2022, foi a rigor. Em caso de derrota, era só tirar a batina que nem a Soraya Thronicke ia reconhecê-lo.
Imagina a esposa do Randolfe Rodrigues ter que aguentar ele zanzando dentro de casa sem porra nenhuma para fazer. Hein? E se ele inventar de cantar?
Essa situação vai atingir muitos lares. Até o da Fátima Bernardes deve ser repaginado para receber o seu namorado desempregado. Ele deve passar os dias jogando videogame, enquanto também não é rebaixado a ex-namorado.
Quando o negócio começa a desandar, nem o Pimenta escapa. Também, uma pessoa com um nome desse deveria ser candidato da Bahia. Se não desse certo, já tinha o nome para um novo negócio: “Vatapá com Pimenta”.
A Leila, aquela do vôlei, não foi escalada. Na verdade, nem no banco ela vai ficar. Contudo, pode se divertir: é só pegar uma bola e ir jogar uma partidinha na praia. E sabe de uma coisa? É mesmo que está lá no plenário. Ninguém vai sentir falta.
Já a Marina simplesmente desintegrou-se. Virou pó igual a K-Suco.
O Haddad voltou para terminar o curso de Economia, prometendo não colar nem dar cola, como se alguém em sã consciência quisesse.
Já a Gleisi vai ver que nem tudo é “Lindo” e que o poder escapou por entre seus dedos igual a pó.
Mas o que fazer com essa nova legião de desempregados? A resposta está clara.
Vão se mudar para a Bahia e entrar no Bolsa Família enquanto não planejam um regresso triunfante, sei lá para onde.
Mas é bom lembrar: “Minas não há mais”, principalmente depois do Nicolas.
Resta o mar. Vocês podem ir navegando enquanto escutam Guantanamera, rumo à ilha de Fidel.
Eu fico aqui, escutando “Aquarela Brasileira” e vendo uma luz bem forte no fim do túnel.

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