Ninguém Vai Saber

 


Hoje aqui eu vou apenas encher linguiça. Por isso, querido
leitor amigo, se quiser sair da página, boa viagem. Como se ele ainda estivesse aqui... sonha Luciano.

Comigo agora vai ser assim, na base do coice, e outra coisa, vamos
acabar com essa conversinha de “querido leitor”. Ora, eu era pra ser bajulado,
levado nos braços como político corrupto, aplaudido – e de pé – por estar
usando meu preciosíssimo tempo, forçando meu cérebro que, aqui pra nós, não é lá essas coisas todas, para criar algo que não serve nem pra limpar a bunda.

Mas eu te pergunto, e responda se quiser, estou pouco ligando: pra que serve um aposentado, a não ser para falar mal do governo e infernizar a vida dos parentes? Estou me referindo ao aposentado pobre, desses que se arrepia só de ouvir o nome: careca do INSS. Porque um afortunado não estaria aqui escrevendo para preencher o tempo e exercitar a mente.

Falando em mente, é a única parte do meu corpo que ainda exercito,
além das mandíbulas... Bem, tem outra, mas é uma vezinha aqui, outra acolá...

Mas isso era o que eu queria falar pra você, mas não tenho coragem, por isso escrevi. Fico tranquilo, pois tenho certeza de que ninguém vai saber. Afinal, quem é que lê minhas crônicas? Mas, se você é um lobo solitário, deixe nos comentários: “Eu li essa merda.”

 

 

 

 

 



 

Comentários

Luciano Veiga disse…
Eu li essa merda. E pior: fui eu que fiz.

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